EVODUXProdutos de inteligência para custos assistenciais
Custo de procedimento cirúrgico hospitalar
Ureterorrenolitotripsia flexível a laser
EVX-URO-ULF-01-CPH · versão 1.0 · data-base out/2026 · produto licenciado
Análise de custos
Custo de procedimento cirúrgico hospitalar · Urologia
Ureterorrenolitotripsia flexível a laser
Custo do procedimento sob a perspectiva do hospital: quanto custa realizar a ureterorrenolitotripsia flexível a laser para cálculo renal, qual preço cobre esse custo com a margem desejada e quanto ele gera hoje em conta aberta.
Código EvoduxEVX-URO-ULF-01-CPH
Versão1.0
Data-baseOut/2026
Próxima atualizaçãoAbr/2027
Leitura econômica do procedimento
Resumo do produto
Elemento
Referência do produto
O que é o produto
Custo de procedimento cirúrgico hospitalar (CPH): custo do procedimento, estrutura hospitalar e resultado econômico do hospital
Base técnica
Base técnica Evodux de ureterorrenolitotripsia flexível a laser · versão 1.0 · data-base out/2026
Procedimento
Ureterorrenolitotripsia flexível a laser unilateral (cirurgia intrarrenal retrógrada) para cálculo renal único de 10 a 20 mm, em caráter eletivo, com cateter duplo J ao final
Códigos TUSS
31102360 (Ureterorrenolitotripsia flexível a laser unilateral; CBHPM 3.11.02.36-0, porte 11A, porte anestésico 5). Colocação de cateter duplo J associada: em tabelas de operadora consultadas, incluída no procedimento principal (regra contratual a confirmar)
Especialidade
Urologia (endourologia)
Escopo hospitalar
Componente hospitalar do episódio, com OPME incluída
Honorários médicos
Não incluídos no custo hospitalar (urologista, auxiliar e anestesiologista)
1 diária de acomodação, alta em até 24 horas; UTI não programada
OPME principal
Fios-guia, bainha de acesso ureteral, fibra de laser de hólmio, cesta extratora, cateter ureteral e cateter duplo J (R$ 2.656,75)
Equipamentos
Ureteroscópio flexível reutilizável, laser de hólmio, torre de vídeo e arco cirúrgico são equipamentos do hospital, fora da OPME
Código e data-base
EVX-URO-ULF-01-CPH · versão 1.0 · data-base out/2026
Escopo do produto
Componente hospitalar do episódio, com OPME incluída. Honorários do urologista, do auxiliar e do anestesiologista não integram o custo hospitalar. Exames, urocultura e consultas antes da internação, retirada do cateter duplo J, medicamentos, curativos e retornos após a alta ficam fora deste custo. Código TUSS: 31102360.
Como utilizar este produto
Um roteiro em seis etapas, do protocolo ao resultado econômico do hospital.
01Confirmar o caso índice
Verifique se os pacientes do hospital correspondem à ureterorrenolitotripsia flexível a laser eletiva para cálculo renal único de 10 a 20 mm, com cateter duplo J e alta em até 24 horas, que serve de referência ao custo.
02Revisar protocolo e custo
Leia os protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, informe o custo de aquisição do hospital e os códigos TUSS dos itens.
03Custear a estrutura
Informe sala cirúrgica, acomodação e custos operacionais no modo simplificado ou no custeio detalhado por centro de custo.
04Precificar o procedimento
Defina tributos e margem e obtenha o preço de equilíbrio e o preço do procedimento, comparados à referência Evodux e aos benchmarks.
05Medir a operação atual
Envie as contas reais do procedimento para cruzar a utilização com o protocolo e medir faturamento, receita líquida, custo e resultado.
06Avaliar propostas e acompanhar
Compare uma proposta da operadora ou um pacote particular com o seu custo, teste cenários e, após implantar, acompanhe previsto e realizado.
Quatro grandezas que o produto nunca mistura
Faturamento é o que o hospital cobra. Receita líquida é o que efetivamente recebe depois de glosas e ajustes. Custo é o valor dos recursos consumidos para realizar o procedimento. Resultado é a receita líquida menos tributos, encargos incidentes e custo. A conta hospitalar não é custo e o preço negociado não é custo.
Origem de cada informação
Dado EvoduxDado do hospitalConta importadaCalculadoBenchmark
Todo indicador com o botão i abre a rastreabilidade completa: dado de origem, fonte, premissa e fórmula. Valores sem base aparecem como não informado e nunca como zero.
Caso índice clínico
Premissas que orientam o protocolo-base e a precificação.
TUSS31102360
AnestesiaGeral balanceada · máscara laríngea
TécnicaRIRS · laser de hólmio · bainha de acesso · duplo J
Permanência1 diária · sem UTI
Premissa
Caso índice Evodux
Paciente de referência
Adulto, 45 anos utilizados exclusivamente como referência de modelagem; ASA I ou II; função renal normal
Peso / altura / IMC
75 kg / 1,72 m / 25,4 kg/m²
Condição clínica
Cálculo renal único de 10 a 20 mm, em cálice ou pelve, com indicação de tratamento; procedimento eletivo; urocultura negativa antes do procedimento (exame fora deste custo); sem cateter duplo J prévio e sem obstrução infectada
Comorbidades
Sem comorbidade relevante capaz de modificar materialmente a jornada-base; sem uso de anticoagulante
Procedimento
Ureterorrenolitotripsia flexível a laser unilateral, também chamada cirurgia intrarrenal retrógrada (RIRS) [C1][C2][C6]
Códigos de referência
TUSS 31102360, Ureterorrenolitotripsia flexível a laser unilateral (CBHPM 3.11.02.36-0, porte 11A, porte anestésico 5; número de auxiliares e porte da edição vigente a confirmar). Procedimento listado no Rol da ANS segundo fonte secundária; Anexo I oficial e DUT a confirmar. A colocação de cateter duplo J (TUSS 31102050, cistoscópica, ou 31102077, ureteroscópica) consta como incluída no procedimento principal em tabela de operadora consultada; regra contratual a confirmar
Técnica anestésica
Anestesia geral balanceada com dispositivo supraglótico (máscara laríngea), indução venosa e manutenção com sevoflurano. Técnica de referência adotada como premissa de modelagem; intubação orotraqueal com bloqueio neuromuscular é alternativa a critério do anestesiologista, sem fonte específica no produto.
Técnica do procedimento
Posição de litotomia; uretrocistoscopia e pielografia retrógrada sob fluoroscopia com cateter ureteral; fio-guia de segurança e fio-guia de trabalho; bainha de acesso ureteral; ureteroscópio flexível reutilizável; litotripsia com laser de hólmio; retirada de fragmentos com cesta; revisão das cavidades; cateter duplo J ao final; sonda vesical de demora. A indicação de RIRS para cálculo renal menor que 20 mm tem apoio em [C1][C2][C6]; o risco de lesão ureteral pela bainha está descrito em [C1][C3]. O cateter duplo J ao final é premissa do caso índice: as diretrizes admitem omitir o cateter após ureteroscopia sem complicação [C1][C2][C4], divergência a decidir pelo responsável técnico. A decisão de técnica, energia do laser e uso de bainha permanece do urologista.
Profilaxia antibiótica
Cefazolina por via venosa em dose única antes do procedimento, sem doses após o término [A4][C1]. Cefalosporina de 1ª geração é opção da tabela da AUA para ureteroscopia; a dose de 2 g é premissa do protocolo para adulto, não sustentada pelas fontes citadas, a validar pelo responsável técnico. A diretriz recomenda urocultura ou microscopia urinária antes do tratamento [C1]. O caso índice exige urocultura negativa como premissa e mantém os exames pré-operatórios fora do custo do episódio.
Prevenção de tromboembolismo
Risco individual estratificado; no caso índice de baixo risco, deambulação precoce, sem anticoagulante programado (premissa a validar pelo responsável técnico) [P4]
OPME
Dois fios-guia hidrofílicos (segurança e trabalho), bainha de acesso ureteral, fibra de laser de hólmio de uso único, cesta extratora de nitinol sem ponta, cateter ureteral e cateter duplo J
UTI
Não programada; zero diária de UTI no caso índice
Permanência prevista
1 diária em apartamento standard (ou enfermaria), com alta em até 24 horas da admissão
Regra do caso índice
O caso índice norteia o dimensionamento técnico e econômico. Bainha de acesso, cateter duplo J, sonda vesical por uma noite e quantidade de fios-guia são premissas de modelagem, não indicação clínica. Em ensaio randomizado, a sonda vesical após ureteroscopia com duplo J ficou a critério do cirurgião [C5]; a permanência por uma noite é premissa de custeio. Ajustes por anatomia, carga litiásica, infecção, risco tromboembólico e protocolo institucional seguem responsabilidade assistencial.
Jornada e permanência do caso índice
Etapa
Caso índice Evodux
Admissão
No dia do procedimento, em jejum conforme o protocolo anestésico, com exames, urocultura e avaliação pré-anestésica prévios fora deste custo
Sala cirúrgica
Até 2 horas, da entrada na sala à saída: indução anestésica, posicionamento em litotomia, cistoscopia, pielografia retrógrada, ureterorrenolitotripsia flexível, cateter duplo J e sonda vesical
Recuperação (RPA)
Até 1 hora após o procedimento, com monitorização até os critérios de alta da recuperação
Unidade de internação
Apartamento standard ou enfermaria: analgesia multimodal, profilaxia de náusea, hidratação, deambulação precoce, observação de hematúria e de febre; sonda vesical retirada na manhã seguinte (premissa de modelagem)
UTI
Não programada. Transferência somente por intercorrência (sepse urinária, sangramento, evento cardiorrespiratório), tratada como evento fora do caso índice
Alta
Premissa de custeio: alta em até 24 horas da admissão. A decisão de alta é do médico assistente; critérios clínicos de referência: dor controlada por analgesia oral, sem febre, diurese espontânea após a retirada da sonda, hematúria sem coágulos, aceitando dieta e deambulando, com orientações sobre o cateter duplo J e o retorno para retirá-lo (critérios sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico). Tempo de sala, recuperação e diária são premissas econômicas, não critérios de alta.
Total do episódio
1 diária de acomodação · 0 diária de UTI · 2 horas de sala · 1 hora de recuperação
Por que sem UTI e com 1 diária
Caso índice eletivo, ASA I ou II, cálculo renal único de 10 a 20 mm, sem infecção ativa: tempo de sala de 2 horas e alta em até 24 horas são premissas institucionais de custeio, não critérios clínicos das fontes citadas. A diretriz europeia recomenda manter o tempo de ureteroscopia abaixo de 90 minutos [C1]; em ensaio com cálculo único de 10 a 20 mm, fora do polo inferior e densidade ≥ 1000 HU, a RIRS teve menor internação que mini-PNL; a LECO foi ambulatorial [C6]. UTI planejada, cálculo maior que 20 mm, cálculos múltiplos ou bilaterais, procedimento em dois tempos, infecção ativa ou associação com outro procedimento caracterizam outra jornada e exigem reclassificação.
Como o caso índice deve ser usado
O caso índice é a referência do custo deste produto: ureterorrenolitotripsia flexível a laser unilateral, eletiva, para cálculo renal único de 10 a 20 mm, em paciente sem comorbidade relevante, com cateter duplo J ao final, sem UTI programada e com permanência de até uma diária. Antes de comparar o custo de um episódio real com a referência, confirme se ele é comparável a esse caso.
Cálculo maior que 20 mm, cálculos múltiplos ou bilaterais, cálculo ureteral isolado, procedimento em dois tempos (segunda abordagem), uso de ureteroscópio flexível descartável, drenagem prévia de urgência por obstrução infectada, nefrolitotripsia percutânea, associação com outro procedimento, UTI programada ou permanência prevista acima de uma diária descrevem outro procedimento ou outra jornada. Nesses casos, o custo deste produto não se aplica diretamente e a diferença não deve ser lida como desvio de protocolo.
Regra de uso
Usar o custo e o preço deste produto somente para episódios que correspondam ao caso índice. Episódios de outra natureza exigem o custo do procedimento correspondente.
Protocolo anestésico
Anestesia geral do caso índice: o que será feito, como será realizado e quais recursos sustentam o procedimento.
AnestesiaGeral balanceada · máscara laríngea
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Avaliação e preparação
Confirmar o enquadramento no caso índice, o jejum, o plano anestésico e puncionar acesso venoso periférico.
Avaliação antes da anestesia, cateter venoso 20G e equipo. Jejum conforme a diretriz da ASA, com líquidos claros até 2 horas antes [A2].
Monitorização
Monitorar oxigenação, ventilação com capnografia e circulação durante toda a anestesia; temperatura quando houver mudança significativa pretendida, prevista ou suspeita.
Cardioscopia, oximetria de pulso, pressão não invasiva e capnografia; temperatura conforme o critério da norma [A1]. Sensor de oximetria, linha de amostragem da capnografia e sensor de temperatura não estão na composição de itens: presumidos na estrutura da sala, a confirmar pelo hospital.
Ansiólise
Administrar benzodiazepínico em dose baixa antes da indução, quando indicado.
Midazolam.
Indução e via aérea
Induzir por via venosa com opioide e hipnótico e posicionar o dispositivo supraglótico.
Fentanila, propofol, lidocaína e máscara laríngea descartável nº 4. Intubação orotraqueal é alternativa não precificada.
Manutenção
Manter anestesia inalatória em baixo fluxo, com complemento de opioide conforme a resposta.
Sevoflurano e filtro trocador de calor e umidade.
Profilaxia antibiótica
Administrar cefazolina por via venosa em dose única, até 60 minutos antes do início do procedimento.
Cefazolina 1 g, 2 frascos. [A4][C1]
Profilaxia de náusea e vômito
Associar antieméticos de classes diferentes (profilaxia multimodal) conforme o risco do paciente.
Dexametasona e ondansetrona. [A3]
Configuração de referência
Técnica de referência do protocolo: anestesia geral balanceada com máscara laríngea e ventilação controlada. Intubação orotraqueal, bloqueio neuromuscular e sua reversão, raquianestesia e sedação não fazem parte da configuração precificada.
Suporte durante e ao fim da anestesia
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Analgesia intraoperatória
Iniciar a analgesia multimodal antes do despertar.
Dipirona e cetoprofeno. O AINE é primeira linha na cólica renal [C1][P1]; após ureteroscopia, há apoio em ensaios pequenos [P2][P3]. Usar com cautela ou evitar em função renal reduzida e em risco cardiovascular ou gastrointestinal.
Hidratação
Manter reposição volêmica com cristaloide balanceado durante o procedimento.
Ringer com lactato, 2 bolsas de 500 mL.
Despertar e transferência
Retirar o dispositivo supraglótico com o paciente acordado e transferir para a recuperação.
Aspiração de vias aéreas, seringas e agulhas de preparo.
Regra de modelagem
As quantidades de medicamentos e materiais utilizadas na precificação representam premissas econômicas do caso índice e não constituem prescrição individual.
Precificação do protocolo anestésico
Itens e custos do protocolo anestésico, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Medicamentos de indução e manutenção
Fonte econômica
Base Evodux; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Profilaxias, analgesia e hidratação
Materiais de via aérea e monitorização
Materiais de preparo e administraçãoAbertura item a item
Subtotal protocolo anestésico
Fonte econômica
Seringas e agulhas estão abertas por apresentação e quantidade. O sevoflurano está expresso em mililitros consumidos em baixo fluxo. Honorários do anestesiologista não integram o subtotal.
Referências bibliográficas do protocolo anestésico
Literatura técnico-científica utilizada e sua aplicação específica no protocolo.
A1
American Society of Anesthesiologists, Committee on Practice Parameters. Standards for Basic Anesthetic Monitoring. Aprovado em 21/10/1986; última emenda em 15/10/2025. Consultado em 22/10/2026.
Aplicação: Tipo: norma de sociedade (texto integral). Sustenta oximetria de pulso, capnografia contínua com dispositivo supraglótico ou tubo, cardioscopia e pressão arterial ao menos a cada 5 minutos (Standard II). A temperatura é exigida quando houver mudança clinicamente significativa pretendida, prevista ou suspeita; não é exigência universal. Não define itens de consumo nem custos. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/standards-for-basic-anesthetic-monitoring
A2
Joshi GP, Abdelmalak BB, Weigel WA, et al. 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting: Carbohydrate-containing Clear Liquids with or without Protein, Chewing Gum, and Pediatric Fasting Duration. A Modular Update of the 2017 ASA Practice Guidelines for Preoperative Fasting. Anesthesiology. 2023;138(2):132-151. PMID 36629465. doi:10.1097/ALN.0000000000004381.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática, atualização modular com revisão sistemática (texto integral). Sustenta líquidos claros, inclusive com carboidrato, até 2 horas antes do procedimento eletivo em adulto saudável, com cautela em diabéticos. Não sustenta tempo de sala nem permanência. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36629465/
A3
Gan TJ, Belani KG, Bergese S, et al. Fourth Consensus Guidelines for the Management of Postoperative Nausea and Vomiting. Anesth Analg. 2020;131(2):411-448. PMID 32467512. doi:10.1213/ANE.0000000000004833. Errata: Anesth Analg. 2020;131(5):e241. PMID 33094991.
Aplicação: Tipo: consenso de especialistas de 2020 (resumo e existência da errata conferidos; conteúdo da errata não lido). Atualização: Gan TJ, Jin Z, Ayad S, et al. Fifth Consensus Guidelines for the Management of Postoperative Nausea and Vomiting: Executive Summary. Anesth Analg. 2026;143(3):497-513. PMID 41237407. doi:10.1213/ANE.0000000000007816. Relatório suplementar, Guideline 4, pp. 33-34, consultado em 30/10/2026: após falha da profilaxia, o resgate deve usar agente e/ou classe farmacológica diferente; repetição de antagonista 5-HT3 somente pode ser considerada após mais de 6 horas, se não houver alternativa. A composição e o custo do resgate institucional ainda precisam ser definidos; não são cobertos automaticamente pela ondansetrona já precificada. Nenhuma dose ou conduta individual foi alterada por esta atualização. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32467512/
A4
Lightner DJ, Wymer K, Sanchez J, Kavoussi L. Best Practice Statement on Urologic Procedures and Antimicrobial Prophylaxis. J Urol. 2020;203(2):351-356. PMID 31441676. doi:10.1097/JU.0000000000000509.
Aplicação: Tipo: declaração de boa prática por consenso de painel da AUA (resumo e documento público da AUA com a Tabela V). Sustenta, para ureteroscopia, cefalosporina de 1ª ou 2ª geração (ou alternativas da tabela) em dose única, por via parenteral até 60 minutos antes do início, sem doses após o término; antibiograma e política local podem prevalecer. Não sustenta duração de até 24 horas para ureteroscopia nem a dose em gramas usada no protocolo. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31441676/
A5
Gelikman DG, Ibanez KR, Reed AM, Hsi RS, Nimmagadda N, Miller NL. Factors Affecting Holmium Laser Efficiency: Comparison of Laryngeal Mask Airway and Endotracheal Intubation During Ureteroscopy for Renal Stones. J Endourol. 2024;38(1):8-15. PMID 37933898. doi:10.1089/end.2023.0294.
Aplicação: Tipo: análise secundária de dados de um ensaio (82 casos; resumo). Registra maior eficiência do laser com tubo traqueal do que com máscara laríngea; os autores tratam isso como um fator entre vários. Não sustenta superioridade clínica ou de segurança de nenhum dispositivo. A máscara laríngea do caso índice é premissa anestésica institucional, a validar pelo responsável técnico. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37933898/
Configuração anestésica e aderência bibliográfica
Delimitação entre as recomendações consultadas e a configuração efetivamente precificada.
Configuração precificada
Versão-base: anestesia geral balanceada com fentanila, propofol, lidocaína e sevoflurano, máscara laríngea descartável, cefazolina 2 g em dose única, profilaxia de náusea com dexametasona e ondansetrona e analgesia intraoperatória com dipirona e cetoprofeno. A escolha definitiva segue avaliação individual e protocolo institucional.
Aderência bibliográfica / componentes não incluídos
As fontes do produto sustentam a monitorização, o jejum, a profilaxia de náusea e vômito e a profilaxia antibiótica; não definem o dispositivo de via aérea para ureteroscopia. A escolha entre máscara laríngea e intubação orotraqueal é premissa de modelagem, a decidir pelo anestesiologista. Bloqueio neuromuscular, sugamadex, raquianestesia e outros esquemas de profilaxia de náusea não estão precificados. Somente os componentes explicitamente apresentados nas tabelas estão precificados nesta versão-base.
Regra para customização
Inclusão de recurso anestésico adicional, como intubação orotraqueal com bloqueio neuromuscular e reversão, exige definição prévia de técnica, medicamentos, materiais, quantidades e custos antes da implantação, no protocolo institucional.
Protocolo do procedimento
Ureterorrenolitotripsia flexível a laser do caso índice descrita pelo que será feito, como e com quais recursos.
TécnicaRIRS unilateral · laser de hólmio · bainha de acesso · duplo J
Preparo, antissepsia e acesso ao ureter
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Posicionamento
Posicionar o paciente em litotomia, com proteção dos pontos de apoio e equipe com proteção radiológica.
Perneiras estéreis; aventais de proteção radiológica e arco cirúrgico pertencem à estrutura da sala.
Antissepsia
Realizar antissepsia da região genital e perineal com antisséptico aquoso.
Clorexidina aquosa 0,2%. Antisséptico de mucosa como premissa de modelagem, sem fonte específica no produto, a validar pelo controle de infecção.
Campos e paramentação
Montar o campo estéril, proteger o cabo da câmera e paramentar a equipe.
Campos cirúrgicos estéreis, capa estéril para câmera, aventais e luvas.
Cistoscopia e pielografia retrógrada
Lubrificar a uretra, realizar a cistoscopia, cateterizar o ureter e injetar contraste diluído sob fluoroscopia para definir a anatomia.
Lidocaína gel 2%, cateter ureteral, contraste iodado diluído e soro fisiológico.
Fios-guia e bainha de acesso
Passar o fio-guia de segurança e o fio-guia de trabalho até o rim e introduzir a bainha de acesso ureteral sob fluoroscopia.
Dois fios-guia hidrofílicos (segurança e trabalho) e bainha de acesso ureteral. [C1][C3]
Litotripsia e retirada dos fragmentos
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Ureteroscopia flexível
Introduzir o ureteroscópio flexível reutilizável pela bainha e localizar o cálculo, com irrigação controlada.
Ureteroscópio flexível do hospital, soro fisiológico e equipo de irrigação. [C1][C2][C6]
Litotripsia a laser
Fragmentar ou pulverizar o cálculo com laser de hólmio.
Fibra de laser de hólmio de uso único; gerador de laser do hospital.
Retirada dos fragmentos
Retirar os fragmentos maiores com cesta e revisar as cavidades renais.
Cesta extratora de nitinol sem ponta.
Drenagem e encerramento
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Cateter duplo J
Retirar a bainha sob visão, avaliar o ureter e posicionar o cateter duplo J sobre o fio-guia, com controle radioscópico.
Cateter duplo J 6 Fr. Premissa do caso índice; as diretrizes admitem omitir o cateter após ureteroscopia sem complicação [C1][C2][C4].
Sonda vesical
Passar sonda vesical de demora e conectar a sistema fechado.
Sonda de Foley 16 Fr e bolsa coletora. Permanência até a manhã seguinte como premissa de modelagem, sem fonte específica no produto.
Transferência
Transferir o paciente para a recuperação.
Gaze e seringas de apoio.
Segurança e rastreabilidade
Antes do uso, conferir calibre, comprimento, validade, integridade da embalagem e esterilidade da OPME, e registrar no prontuário as etiquetas de lote do cateter duplo J, da bainha e da fibra de laser. Registrar a data prevista para retirada do cateter duplo J. A diferença de utilização em relação ao protocolo é dado econômico, não julgamento assistencial.
Precificação do protocolo do procedimento
Medicamentos e materiais diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Medicamentos e soluções do procedimentoParte 1 de 2
Fonte econômica
Base Evodux; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Paramentação, campos, irrigação e sondagemParte 2 de 2
Subtotal protocolo do procedimento
Fonte econômica
Fios-guia, bainha, fibra de laser, cesta, cateter ureteral e cateter duplo J estão na OPME. Estrutura da sala cirúrgica, ureteroscópios, gerador de laser, torre de vídeo, arco cirúrgico, instrumental reutilizável e equipe operacional aparecem em custos operacionais. Honorários do urologista e do auxiliar não integram o subtotal.
Precificação da OPME
Configuração padrão do caso índice e regra econômica para variações.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
OPME padrão do caso índice
Subtotal OPME padrão
Dentro do custo padrão
Variação rotineira de marca na mesma categoria técnica
Bainha de acesso de 10/12 a 12/14 Fr e comprimento adequado ao paciente
Fibra de laser de 200 a 272 micrômetros de uso único
Cateter duplo J de 6 Fr de curta permanência
Outra configuração: custear à parte
Ureteroscópio flexível descartável de uso único
Segunda fibra de laser ou segunda cesta extratora
Bainha de acesso com aspiração ou de calibre especial
Cateter duplo J de longa permanência, metálico ou com fio extrator diferenciado
Cateter ureteral com balão dilatador
Fonte econômica
Base Evodux; data-base out/2026. Cada componente é adquirido e precificado por unidade. Configuração superior deve ser custeada separadamente.
Composição detalhada da OPME padrão
Componente
Qtd.
Especificação de referência
Linha de custo
Fio-guia hidrofílico
1
Nitinol com ponta hidrofílica, 0,035 polegada, 150 cm; fio de segurança
Fio-guia hidrofílico
Fio-guia hidrofílico (trabalho)
1
Nitinol com ponta hidrofílica, 0,035 polegada, 150 cm; fio de trabalho para a bainha. Fio-guia rígido de 150 cm sem preço publicado localizado na data-base; a composição com dois fios hidrofílicos é a mesma descrita na maioria dos pacotes particulares publicados (premissa de custeio; a escolha do fio é do urologista)
Fio-guia hidrofílico (trabalho)
Bainha de acesso ureteral
1
10/12 ou 11/13 Fr, 36 a 46 cm, com dilatador
Bainha de acesso ureteral
Fibra de laser de hólmio
1
Uso único, 200 a 272 micrômetros, compatível com o gerador do hospital
Fibra de laser de hólmio
Cesta extratora
1
Nitinol, sem ponta, 1,5 a 2,2 Fr
Cesta extratora de nitinol
Cateter ureteral
1
5 ou 6 Fr, ponta aberta, para pielografia retrógrada
Cateter ureteral
Cateter duplo J
1
6 Fr, 26 cm, com fio-guia e empurrador
Cateter duplo J
Cada componente é uma linha de custo própria. Ureteroscópio flexível, ureteroscópio semirrígido, cistoscópio e gerador de laser são equipamentos reutilizáveis do hospital e não integram a OPME.
Como interpretar a OPME padrão
A configuração de OPME desta versão é a referência econômica do caso índice: dois fios-guia, uma bainha de acesso ureteral, uma fibra de laser de uso único, uma cesta extratora, um cateter ureteral e um cateter duplo J. Essa combinação organiza a precificação do custo; não deve ser apresentada como marca obrigatória nem como recomendação clínica universal.
Variação de marca dentro da mesma categoria não altera o custo de referência de forma material. Ureteroscópio flexível descartável, segunda fibra ou segunda cesta, bainha com aspiração e cateteres especiais representam outra configuração e devem ser custeados à parte, no protocolo institucional ou no custo do procedimento correspondente.
As referências sustentam a ureteroscopia flexível para cálculo renal menor que 20 mm e descrevem o uso da bainha e do cateter duplo J, mas não tornam obrigatória uma marca ou modelo. O uso da bainha e do cateter duplo J é premissa de modelagem do caso índice; alternativas clinicamente adequadas podem ser avaliadas conforme equivalência e justificativa, com o custo recalculado no protocolo institucional.
Referências bibliográficas do protocolo do procedimento
Literatura técnico-científica utilizada no protocolo do procedimento.
C1
Skolarikos A, Geraghty R, Somani B, et al. European Association of Urology Guidelines on the Diagnosis and Treatment of Urolithiasis. Eur Urol. 2025;88(1):64-75. PMID 40268592. doi:10.1016/j.eururo.2025.03.011.
Aplicação: Tipo: diretriz de sociedade. Artigo de 2025 preservado como referência histórica. Atualização consultada em 30/10/2026: EAU Guidelines on Urolithiasis 2026, texto oficial online, seções 3.4.6, 3.4.8.a e 3.4.10.d (https://uroweb.org/guidelines/urolithiasis/chapter/guidelines). Confirma fio de segurança, fluoroscopia disponível, esforço para tempo operatório de ureteroscopia abaixo de 90 minutos, uso de laser de hólmio, avaliação urinária prévia e antibioticoprofilaxia perioperatória, com dose única suficiente na ureteroscopia. Não recomenda cateter de rotina após ureteroscopia não complicada; bainha pode facilitar o acesso, com risco de lesão. RIRS é opção para cálculo renal conforme tamanho, localização e condições individuais. As 2 horas de ocupação de sala, duplo J ao final, quantidades e preços permanecem premissas do caso índice, não recomendações universais. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40268592/
C2
Assimos D, Krambeck A, Miller NL, et al. Surgical Management of Stones: American Urological Association/Endourological Society Guideline, PART II. J Urol. 2016;196(4):1161-1169. PMID 27238615. doi:10.1016/j.juro.2016.05.091.
Aplicação: Tipo: diretriz de sociedade baseada em revisão sistemática (texto integral lido em cópia de terceiro). Sustenta: ureteroscopia ou LECO para carga calculosa renal sintomática de até 20 mm fora do polo inferior (Statement 21); não oferecer LECO como primeira linha no polo inferior acima de 10 mm (Statement 31); omitir o cateter após ureteroscopia quando todos os critérios do Statement 14 forem atendidos; irrigação com soro fisiológico (Statement 35); não fazer pré-stent de rotina (Statement 15). Não sustenta fio de segurança nem bainha. A AUA publicou nova diretriz em 2026 (J Urol. 2026;215(2):113-141; PMIDs 41263323, 41263322 e 41263325), cujas recomendações não foram conferidas: verificar se mantêm estes critérios. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27238615/
C3
Traxer O, Thomas A. Prospective evaluation and classification of ureteral wall injuries resulting from insertion of a ureteral access sheath during retrograde intrarenal surgery. J Urol. 2013;189(2):580-584. PMID 22982421. doi:10.1016/j.juro.2012.08.197.
Aplicação: Tipo: estudo prospectivo em 2 centros, sem grupo controle sem bainha (resumo). Sustenta que a bainha se associa a lesão da parede ureteral (46,5%; grave em 13,3% de 359 pacientes), com maior risco sem duplo J prévio, e recomenda inspeção do ureter ao final. Não sustenta comparação com RIRS sem bainha, pré-stent de rotina, quantidade ou custo da bainha. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22982421/
C4
Geraghty RM, Davis NF, Tzelves L, et al. Best Practice in Interventional Management of Urolithiasis: An Update from the European Association of Urology Guidelines Panel for Urolithiasis 2022. Eur Urol Focus. 2023;9(1):199-208. PMID 35927160. doi:10.1016/j.euf.2022.06.014.
Aplicação: Tipo: revisão de boa prática do painel de diretrizes da EAU (resumo). Sustenta que o cateter não é necessário após ureteroscopia não complicada e que a ureteroscopia flexível é alternativa à nefrolitotripsia percutânea ou à LECO quando estas são contraindicadas. Não trata de bainha nem de antibiótico no resumo. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35927160/
C5
Sener TE, et al. Foley catheter after ureteroscopy and JJ stent placement: a randomised prospective European Association of Urology Section of Urolithiasis-Young Academic Urologists (EULIS-YAU) endourology study. BJU Int. 2025;135(1):95-102. PMID 39129326. doi:10.1111/bju.16504.
Aplicação: Tipo: ensaio randomizado, 112 pacientes com cateter duplo J, com ou sem sonda de Foley (resumo). Sustenta que a sonda reduziu a dor medida em questionário de sintomas do cateter, sem diferença em sintomas e escala visual de dor, com complicações Clavien I a II nos dois grupos; os autores deixam a sonda a critério do cirurgião. Não sustenta a duração de uma noite usada no custeio, que é premissa institucional. Coortes retrospectivas com resultado divergente: Hori S, et al. Int J Urol. 2022;29(4):337-342 (PMID 35028967), com menos infecção febril sem sonda; Huang M, et al. BMC Urol. 2024;24(1):234 (PMID 39448984). pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39129326/
C6
Abul-Fotouh Ahmed, et al. Prospective randomized trial comparing mini-percutaneous nephrolithotomy, retrograde intrarenal surgery, and shock wave lithotripsy for treatment of medium-sized high-density renal stones. Int Urol Nephrol. 2026;58(6):2025-2035. PMID 41385038. doi:10.1007/s11255-025-04928-x.
Aplicação: Tipo: ensaio randomizado em cálculo renal único de 10 a 20 mm, fora do polo inferior e com densidade igual ou maior que 1000 HU (resumo e metadados do editor); aproximação apenas parcial ao caso índice, que não restringe densidade. Sustenta que a RIRS teve taxa livre de cálculo de 91,3% aos três meses, definida como ausência de fragmentos maiores que 4 mm na tomografia, e menor internação que a mini-nefrolitotripsia percutânea; a LECO foi ambulatorial. O resumo não informa duração numérica de internação nem tempo operatório. Ensaio de centro único com cálculo de polo inferior (Rehman OU, et al. Cureus. 2023;15(2):e35343; PMID 36974241) registrou permanência de 1,1 dia na RIRS. Não sustenta o tempo de sala de 2 horas, que é premissa institucional. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41385038/
Leitura das referências
As fontes sustentam premissas técnicas usadas na modelagem econômica. Alternativas válidas não tornam a configuração-base obrigatória.
Protocolo pós-procedimento
O que será feito, como será conduzido e quais recursos compõem a internação índice.
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Recuperação após o procedimento (RPA)
Manter monitorização até os critérios institucionais de alta da recuperação e transferir para a unidade de internação.
Monitorização, oxigênio quando necessário e analgesia, conforme rotina da recuperação pós-anestésica do hospital.
Analgesia multimodal
Manter analgésico em horário fixo, anti-inflamatório e opioide apenas como resgate.
Dipirona, cetoprofeno e tramadol. Opioide apenas como resgate [P2][P3]; AINE como primeira linha na dor de origem renal [C1][P1]. Evitar AINE em função renal reduzida e em risco cardiovascular ou gastrointestinal; doses e escolha do cetoprofeno são premissas do protocolo, a validar pelo responsável técnico.
Náusea e vômito
Tratar náusea com antiemético de resgate, quando presente.
Antiemético de resgate conforme avaliação e prescrição [A3]. Após falha da profilaxia, o consenso atualizado recomenda agente e/ou classe diferente. A ondansetrona pós-operatória preservada no custeio não representa, por si só, resgate adequado após a mesma profilaxia. O recurso de resgate e seu custo permanecem pendentes de definição institucional; não estão automaticamente cobertos pelo custo-base. Nenhuma substituição medicamentosa foi presumida.
Hidratação
Manter hidratação venosa até a aceitação da dieta.
Soro fisiológico 0,9% e equipo.
Janela do caso índice
Recuperação de até 1 hora após o procedimento e internação prevista de até 1 diária. Permanência diferente altera o custo de internação e pode ser simulada em Cenários.
Internação, alta e continuidade assistencial
O que será feito
Como será feito
O que será utilizado
Prevenção de tromboembolismo
Estimular deambulação precoce; anticoagulante somente se a estratificação individual de risco indicar.
Deambulação precoce, sem item precificado; ausência de anticoagulante é premissa a validar [P4].
Sonda vesical e diurese
Retirar a sonda vesical na manhã seguinte e observar diurese espontânea, hematúria e febre.
Avaliação de enfermagem. Retirada na manhã seguinte como premissa de modelagem.
Dieta e deambulação
Liberar dieta e deambulação assim que o paciente estiver acordado e sem náusea.
Dieta hospitalar, incluída na diária da acomodação.
Avaliação de alta
Verificar dor, febre, diurese, hematúria, aceitação da dieta e deambulação, e entregar as orientações de alta.
Avaliação e orientações de alta. Critérios clínicos sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico.
Continuidade após a alta
Orientar os sintomas do cateter duplo J, a hidratação e a data de retirada do cateter, fora deste custo hospitalar.
Plano de alta e seguimento.
Limite financeiro
Medicamentos após a alta, retirada do cateter duplo J, exames de imagem de controle, consultas e retornos ambulatoriais não integram este custo hospitalar.
Precificação do protocolo pós-procedimento
Recursos diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Medicamentos da internaçãoParte 1 de 2
Fonte econômica
Base Evodux; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Materiais da internaçãoParte 2 de 2
Subtotal protocolo pós-procedimento
Fonte econômica
Recuperação e acomodação são apresentadas separadamente como componentes de custo hospitalar. A dieta prescrita está incluída na diária da acomodação. A sonda vesical e a bolsa coletora estão no protocolo do procedimento.
Referências bibliográficas do protocolo pós-procedimento
Literatura técnico-científica utilizada no protocolo pós-procedimento.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática Cochrane com metanálise (29 ensaios; resumo). Sustenta que o AINE pode reduzir a dor da cólica renal em 30 minutos frente ao placebo (certeza baixa). Evidência indireta para o pós-operatório da ureteroscopia; não sustenta as doses do protocolo. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40084512/
P2
Demasi M, Segall M, Mengotto A, et al. Optimizing pain management following kidney stone surgery: can we avoid narcotics? World J Urol. 2022;40(12):3061-3066. PMID 36371742. doi:10.1007/s00345-022-04214-w.
Aplicação: Tipo: ensaio randomizado de não inferioridade, 90 pacientes em ureteroscopia ou nefrolitotripsia percutânea (resumo). Sustenta que o cetorolaco não foi inferior a oxicodona com paracetamol no controle da dor. Não sustenta cetoprofeno especificamente, doses nem tempo de uso. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36371742/
P3
Bamberger JN, Gallante B, Khusid JA, et al. A prospective randomized study evaluating the necessity of narcotics following ureteroscopy for urinary stone disease. World J Urol. 2022;40(10):2567-2573. PMID 35915267. doi:10.1007/s00345-022-04099-9.
Aplicação: Tipo: ensaio randomizado de centro único, 104 pacientes analisados com cateter pós-operatório (resumo na editora, consultado em 30/10/2026; texto integral sob assinatura). Comparou oxicodona-paracetamol, ibuprofeno e ambos acompanhados de aconselhamento pré-operatório para evitar opioide quando possível. Não houve diferença nos índices de dor; o braço com aconselhamento utilizou menos comprimidos de cada classe. A intervenção combinada não pode ser atribuída somente aos medicamentos. Apoia estratégia poupadora de opioide após ureteroscopia não complicada, mas não valida especificamente tramadol, cetoprofeno, doses ou duração do protocolo. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35915267/
P4
Tikkinen KAO, Craigie S, Agarwal A, et al. Procedure-specific Risks of Thrombosis and Bleeding in Urological Non-cancer Surgery: Systematic Review and Meta-analysis. Eur Urol. 2018;73(2):236-241. PMID 28284738. doi:10.1016/j.eururo.2017.02.025.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática de estudos observacionais (resumo), com evidência baixa ou muito baixa; não estabelece diretamente a conduta para este caso índice. Complemento consultado em 30/10/2026: Tikkinen KAO, Cartwright R, Jensen AG, Violette PD. European guidelines on peri-operative venous thromboembolism prophylaxis: first update. Chapter 12: Urology. Eur J Anaesthesiol. 2024;41(8):618-621. PMID 38957030. doi:10.1097/EJA.0000000000002012. Texto em https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11224558/, recomendações 1 e 3: recomenda contra profilaxia farmacológica e mecânica na cirurgia ambulatorial, incluindo ureteroscopia. O caso índice prevê pernoite; essa recomendação não deve ser extrapolada automaticamente. Mantém-se avaliação individual e validação institucional da ausência de anticoagulante programado. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28284738/
Custo do procedimento
Consolidação dos três protocolos precificados e da OPME, na referência Evodux e no custo do hospital.
Custo do procedimento
O que este valor representa
O custo do procedimento reúne os recursos assistenciais diretamente consumidos no caso índice. Sala cirúrgica, RPA, acomodação, impostos e margem não estão incluídos nesta etapa.
Custos operacionais hospitalares
A estrutura que o hospital mantém para realizar o procedimento: sala, recuperação, leito, esterilização, equipamentos, logística e administração. Cada hospital tem o seu custo.
Referência Evodux
Cada hospital tem o seu custo
Os custos operacionais variam entre hospitais conforme estrutura, porte, produtividade, contratos e tributação. Os valores acima são referência Evodux: cada hospital deve substituir o custo-hora da sala cirúrgica e o percentual de rateio pelos seus custos efetivamente apurados.
Como o custo operacional é calculado
Sala cirúrgica: tempo de sala do caso índice (2 h) multiplicado pelo custo-hora de referência (R$ 249,50/h), incluindo sala física, aparelho de anestesia, mesa cirúrgica, utilidades, higienização, gases, apoio predial e depreciação-base. Ureteroscópio flexível reutilizável (com reparos por uso), ureteroscópio semirrígido, gerador de laser de hólmio, torre de vídeo e arco cirúrgico têm custo próprio relevante que o custo-hora de sala geral não representa item a item: no custeio detalhado, cadastre-os na aba Equipamentos. Rateio operacional: 5% sobre o custo total do episódio (custo do procedimento + sala cirúrgica + acomodação), representando de forma simplificada os demais custos operacionais do hospital, sem abertura item a item. Cada custo aparece uma vez; recursos já absorvidos não são recobrados como extra.
Custeio do hospital
Tempos e permanência do caso índice
Direcionadores que convertem a estrutura em custo do episódio. Em branco, vale a referência do protocolo Evodux.
Entra no custo só no custeio detalhado (com custo-hora de RPA); no simplificado, a RPA está no rateio e o tempo aparece só na jornada e nos gatilhos
Modo simplificado
Referência simplificada Evodux. Pode ser substituída pelo custeio próprio da instituição.
Inclui sala física, aparelho de anestesia, mesa cirúrgica, utilidades, higienização, gases, apoio predial e depreciação-base; ureteroscópios, laser, vídeo e arco cirúrgico no custeio detalhado
Leito, enfermagem de rotina, hotelaria, dieta prescrita, higienização e apoio geral
No modo simplificado a RPA, a CME, os equipamentos, a logística e o overhead não têm linha própria: estão representados pelo rateio. Para abri-los, utilize o custeio hospitalar detalhado.
Resultado do custeio operacional
Acomodação
A internação é apresentada separadamente para permitir duas configurações de contratação.
Configuração do caso índice
Apartamento standard por até 1 diária. A versão em enfermaria utiliza o mesmo protocolo assistencial e altera apenas o componente de acomodação.
O que a acomodação inclui
Leito ou quarto, enfermagem de rotina, hotelaria, higienização, apoio geral da unidade e dieta prescrita. A dieta prescrita está incluída na diária de referência.
Contagem das diárias
Regra-base: 1ª diária = admissão até 24 h; a 2ª diária é aberta após 24 h da admissão. A regra pode ser substituída pela convenção contratual da operadora e do hospital.
Composição de preço do procedimento
Duas configurações de acomodação, com a mesma metodologia de impostos e margem.
Leitura
A diferença entre as configurações decorre apenas da acomodação. Impostos devem refletir a carga efetiva do hospital. Margem de 10% = margem sobre a receita do episódio.
Estes valores são a referência Evodux. O custo e o preço do hospital, com os seus próprios dados, estão em e em .
Precificação do procedimento
Do custo hospitalar total ao preço do procedimento, com tributos e margem do hospital. A margem é calculada sobre a receita, nunca somada ao custo.
Identificação do procedimento
Base técnica: TUSS 31102360; porte CBHPM 11A e porte anestésico 5 (CBHPM 5ª edição e tabela 2018/2019); auxiliares e porte vigente a confirmar
Premissas de preço do hospital
Substitua pela carga efetiva do hospital
Sobre a receita
Custos financeiros, inadimplência
Preço do procedimento
Composição do preço
Preço por margem
Posicionamento do preço
Preço de tabela do hospital
Códigos TUSS dos itens
Fórmulas aplicadas
Custo do hospital × referência Evodux
Custo assistencial direto somado à estrutura hospitalar imputada ao episódio. Este é o valor que a receita do procedimento precisa cobrir antes de tributos e margem.
Estrutura do custo: referência Evodux × hospital
A referência Evodux v1.0 não possui linhas próprias de RPA, CME, equipamentos e overhead: esses custos estão representados de forma simplificada pelo rateio operacional de 5% sobre custo direto, sala cirúrgica e acomodação. Por isso, quando o hospital abre esses centros no modo detalhado, a comparação linha a linha deve ser lida junto com a linha de rateio.
Base dos Benchmarks Evodux
Base proprietária Evodux composta por episódios qualificados e comparáveis ao caso índice deste produto.
12instituições hospitalares
189procedimentos comparáveis
13meses de observaçãojunho de 2025 a junho de 2026
Critério de composição
Os episódios são submetidos a critérios de elegibilidade, padronização de escopo e consolidação por instituição antes da formação dos benchmarks.
Como o benchmark é construído
Metodologia de formação das referências de preço por perfil hospitalar.
Seleção de procedimentos comparáveis ao caso índice.
Padronização de escopo, OPME, permanência e componentes econômicos.
Consolidação dos episódios por instituição, evitando concentração por volume.
Classificação dos hospitais por estrutura, hotelaria, porte e acreditação.
Formação das referências P1, P2 e P3 dentro de cada perfil.
Benchmarks Evodux · P1 · P2 · P3
Referências de preço do procedimento por perfil hospitalar Evodux.
Base dos benchmarks
Referências de preço para ureterorrenolitotripsia flexível a laser unilateral, OPME incluída e honorários médicos excluídos. P1, P2 e P3 variam por porte, hotelaria e acreditação. Base Evodux; 12 instituições hospitalares, 189 procedimentos comparáveis, junho de 2025 a junho de 2026.
Posição da proposta e do custo do hospital
Critérios dos perfis P1, P2 e P3
A classificação hospitalar combina três dimensões estruturais; não é percentual aplicado ao custo.
Porte
Complexidade e escala relativa da estrutura hospitalar considerada no benchmark.
Hotelaria
Padrão de acomodação e serviços de hotelaria incorporados à experiência hospitalar.
Acreditação
Nível de acreditação e requisitos de estrutura/processos considerados na classificação.
Como aplicar
P1, P2 e P3 representam perfis hospitalares do mesmo procedimento. P1 corresponde ao perfil de menor estrutura relativa; P2 ao perfil intermediário e referência central; P3 ao perfil de maior estrutura relativa. A classificação resulta da combinação de porte, hotelaria e acreditação, mantendo a mesma configuração técnica do caso índice e a OPME padrão.
Não são percentis
P1, P2 e P3 não representam percentis estatísticos, quartis, multiplicadores ou percentuais sobre o custo do procedimento. São Benchmarks Evodux de preço por perfil hospitalar.
Conta hospitalar atual
Como o procedimento é faturado e recebido hoje em fee for service. Estes dados vêm do faturamento do hospital: envie a conta do procedimento ou informe as médias do período.
Enviar a conta atual do hospitalEnvie a conta do procedimento em PDF (ou XLSX/CSV). A conta é lida, classificada e cruzada com o protocolo e os custos Evodux. Importe contas já desidentificadas. A filtragem automática não garante anonimização integral. Sem adaptador, o estado fica no navegador; com adaptador habilitado, dados e, quando upload estiver disponível, o arquivo original podem ser enviados ao Data Room. Valide acesso, retenção e isolamento antes do uso com dados reais.
Ou informe as médias do faturamento
Médias do período analisado
Se em branco: faturado menos glosa
Se em branco: custo hospitalar total do produto
Tratados como repasse
Composição média da conta faturada
Em branco: mesma premissa de tributos do pacote da operadora (ou 8,65% Evodux, se não informada)
Análise econômica da operação atual
Resultado do procedimento hoje, em conta aberta: quanto é faturado, quanto chega ao caixa, quanto custa e quanto sobra.
Pacote particular do procedimento
Orçamento da ureterorrenolitotripsia flexível a laser para o paciente particular: três opções com acomodação, OPME, tempo de sala e diárias, proteção pelas contas reais, condições do pacote e de pagamento.
Como o orçamento é montado
Três opções para o paciente, que variam no que ele recebe: acomodação, configuração de OPME, tempo de sala e diárias incluídos. Todas usam os mesmos custos-base do hospital e as mesmas premissas de custo operacional, imposto e margem. A proteção contra intercorrências pode vir das contas reais do hospital. O orçamento sai com as condições do pacote, os preços dos adicionais e as condições de pagamento.
1. Custos-base do hospital
Grupo
Base de cálculo
Custo unitário (R$)
Origem
Taxa de sala
Custo-hora da sala cirúrgica
Diária · Apartamento standard
Custo da diária
Diária · Enfermaria
Custo da diária
Materiais e medicamentos
Protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento
OPME padrão
Configuração do caso índice
Exames e avaliação antes do procedimento
Hospital
Urologista
Auxiliar
Anestesiologista
2. Proteção contra intercorrências
Reserva
3. Premissas de preço do hospital
4. Três opções para o paciente
5. Condições de pagamento
Em branco: à vista sem a taxa do cartão
6. Comparação com a conta aberta do hospital
7. Condições do pacote e adicionais
Não incluído no pacote
Preço dos adicionais
8. Orçamento para o paciente
9. Projeção
10. Referências públicas de preço particular
Fórmulas aplicadas
Análise de conta do procedimento
Transforme contas hospitalares reais da ureterorrenolitotripsia flexível a laser em inteligência econômica: o que foi utilizado frente ao protocolo, quanto custou economicamente cada episódio e como ele se comportaria se fosse remunerado por uma proposta de pacote da operadora.
Proteção de dados. A análise é centrada no procedimento e no consumo de recursos. Colunas e linhas reconhecidas como nome, CPF, carteirinha, prontuário, data de nascimento e outros identificadores são descartadas na importação. Cada conta recebe um identificador técnico de episódio (EP-001, EP-002...). Importe contas já desidentificadas. A filtragem automática não garante anonimização integral. Sem adaptador, o estado fica no navegador; com adaptador habilitado, dados e, quando upload estiver disponível, o arquivo original podem ser enviados ao Data Room. Valide acesso, retenção e isolamento antes do uso com dados reais.
Arraste contas em PDF, XLSX, XLS, CSV ou TXT
Uma conta por arquivo. Em XLSX ou CSV, uma coluna de episódio ou atendimento permite importar várias contas no mesmo arquivo.
Como a leitura funciona
XLSX e CSV: o cabeçalho é identificado automaticamente (descrição, quantidade, unidade, valor unitário, valor total, grupo). PDF: o texto é extraído no navegador e as linhas com descrição e valores são estruturadas; PDFs digitalizados como imagem não têm texto legível e devem ser enviados em XLSX ou CSV. Convenção numérica: vírgula decimal e ponto de milhar (1.234,56); também são aceitos 1,234.56 e 1234.56, que não têm ambiguidade. Valores ambíguos ou com agrupamento malformado (por exemplo 1,234,567 ou 12.34,56) não são convertidos: a linha entra como incerta, com o campo indicado, para revisão. Números nativos de planilha são preservados. Cada item é classificado nas categorias econômicas Evodux por dicionário técnico e comparado com os itens do protocolo. Nenhuma classificação é considerada definitiva antes da validação do usuário.
Pacote proposto pela operadora
Informe a proposta recebida. O produto calcula receita, resultado e margem do hospital, o preço de equilíbrio e o preço necessário para a margem-alvo.
Substitua pela carga efetiva do hospital
Obrigatório quando incluídos
Prazo, antecipação, inadimplência
Em branco: mensal × 12
Conta aberta × pacote
O mesmo procedimento em dois modelos de remuneração: o que o hospital recebe e ganha hoje em fee for service e o que passaria a receber e ganhar no pacote proposto.
Volume
Em branco: mensal × 12
Preço, margem e ponto de equilíbrio
O preço mínimo que cobre custo e encargos e o preço que entrega a margem desejada, calculados com a margem sobre a receita, nunca somando percentual ao custo.
Margem-alvo
Faixa de negociação
A régua mostra a posição econômica de cada valor. Ela não indica se a proposta deve ser aceita ou recusada: essa decisão é do hospital.
Cenários e sensibilidade
Altere premissas de consumo, custo, preço e volume e veja o efeito imediato sobre custo, resultado e margem. Os valores iniciais são os do cenário atual do hospital.
Sensibilidade do resultado por episódio a uma variação de 10% em cada direcionador
Risco econômico do pacote
No pacote, a variação de consumo deixa de gerar receita adicional e passa a afetar diretamente o resultado do hospital. Estes cenários mostram quanto a margem depende da utilização.
Variabilidade do custo por episódio
Informe a distribuição do custo por episódio apurada pelo hospital ou utilize as contas analisadas. Com dados individuais, a distribuição é calculada automaticamente.
Preparação para negociação
Preparação econômica do hospital para negociar o pacote: posição da proposta, argumentos baseados em custo, riscos e cláusulas que protegem o resultado.
Cláusulas a pactuar
Registre a situação de cada ponto na negociação. As regras abaixo são as da base técnica Evodux; onde a base não define regra, o ponto aparece como a pactuar.
Roteiro de implantação
Como levar o produto do diagnóstico à operação: fases, responsáveis e entregas mínimas.
01Diagnóstico
Confirmar que a população que o hospital pretende operar corresponde ao caso índice. Enviar contas históricas do procedimento e cruzar a utilização real com o protocolo Evodux.
02Custeio
Informar os custos de aquisição do hospital item a item e custear a estrutura: sala cirúrgica, RPA, internação e custos operacionais.
03Alinhamento clínico
Apresentar o protocolo às equipes assistenciais, identificar onde a prática atual diverge da referência e levar cada divergência à governança clínica.
04Aprovação de protocolo
Quando a prática do hospital for mantida e diferir da referência, aprovar a divergência, registrar a versão e ativar o protocolo institucional, que recalcula o custo.
05Precificação
Definir o preço do procedimento a partir do custo, dos tributos e da margem, e compará-lo com a conta atual, os benchmarks e eventuais propostas da operadora.
06Parametrização operacional
Atualizar kit do procedimento e OPME padrão, prescrição de referência, cadastro de itens com código TUSS e tabela de preços do hospital.
07Piloto
Acompanhar os primeiros episódios caso a caso: consumo, tempo de sala, RPA, permanência, exceções e resultado econômico, comparando previsto e realizado.
08Revisão periódica
Revisar custo, protocolo e indicadores no rito definido pela governança. Atualização de preço não altera o protocolo; alteração de protocolo exige revisão da precificação.
Papéis e responsabilidades
Área
Responsabilidade na implantação
Direção executiva
Patrocina a implantação, aprova a decisão econômica e as mudanças de protocolo com impacto financeiro relevante.
Direção técnica / clínica
Coordena a governança clínica e responde pela aprovação técnica do protocolo institucional.
Coordenação de urologia
Valida a técnica do procedimento, a configuração de OPME e as justificativas de exceção e reclassificação.
Anestesiologia
Valida a técnica anestésica e os recursos anestésicos precificados.
Enfermagem do centro cirúrgico e da internação
Valida tempos, RPA, rastreabilidade da OPME, registro da data de retirada do cateter duplo J e rotinas de alta.
Farmácia e suprimentos
Parametriza kits, medicamentos, materiais e OPME; fornece custos de aquisição.
Controladoria e custos
Informa custos próprios, custeio por centro de custo e acompanha previsto × realizado.
Faturamento
Parametriza a tabela de preços e os códigos TUSS do procedimento e dos itens.
Qualidade e segurança do paciente
Acompanha os indicadores assistenciais e os eventos adversos relacionados ao procedimento.
Relacionamento com operadoras
Conduz a discussão comercial com a operadora a partir da análise econômica aprovada internamente.
Entregas mínimas da implantação
Marque cada entrega concluída. O registro fica salvo neste navegador e entra nos cenários salvos e na exportação de dados.
Regra de implantação
A alteração de valores econômicos não modifica automaticamente o caso índice, o protocolo, as quantidades, a configuração clínica ou as regras de elegibilidade. Mudanças clínicas, alterações relevantes de OPME e ampliação do escopo devem ser avaliadas separadamente e formalmente aprovadas.
Governança clínica
Como o hospital garante que o protocolo é seguido com segurança, que as exceções são decididas por quem tem responsabilidade clínica e que o resultado econômico não é obtido à custa da qualidade.
Princípio
A configuração do produto é uma referência técnico-econômica do caso índice. Ela não deve ser utilizada como protocolo médico obrigatório nem como justificativa para impedir uma alternativa clinicamente necessária. A decisão de técnica, uso de bainha de acesso, energia do laser, cateter duplo J e tempo de permanência do cateter permanece do urologista; a técnica anestésica definitiva segue a avaliação individual e o protocolo institucional.
Separação de decisões
Decisão clínica é das áreas assistenciais. Controladoria, faturamento e relacionamento com operadoras apoiam com a leitura econômica, mas não decidem conduta. Indicadores não alteram remuneração automaticamente.
Comitê de governança clínica do protocolo
Composição
Direção técnica (coordenação), coordenação de urologia, anestesiologia, enfermagem do centro cirúrgico e da internação, farmácia, qualidade e segurança do paciente. Controladoria participa como apoio econômico.
Atribuições
Validar a aderência do protocolo; analisar desvios; decidir exceções e reclassificações; aprovar mudanças de protocolo; acompanhar indicadores assistenciais; registrar decisões e responsáveis.
Rito
Reunião de implantação antes do primeiro caso. Acompanhamento mensal nos primeiros meses. Revisão econômico-assistencial trimestral ou conforme o volume. Revisão extraordinária diante de evento adverso relevante.
Registro
Toda decisão gera registro com data, episódio ou tema, decisão, justificativa e responsável. Decisões que alteram o protocolo seguem o fluxo de aprovação de protocolo divergente.
O que a governança clínica acompanha
Tema
O que observar
Onde no produto
Aderência ao caso índice
Episódios custeados como ureterorrenolitotripsia flexível que não correspondem ao caso índice (cálculo maior que 20 mm, múltiplo, bilateral ou segundo tempo).
Aderência ao protocolo
Utilização real de medicamentos, materiais e OPME frente à referência.
Tempos e permanência
Tempo de sala acima de 2 h, recuperação acima de 1 h e permanência acima de 1 diária.
OPME
Ureteroscópio flexível descartável, segunda fibra de laser, segunda cesta, bainha especial e cateteres diferenciados, com justificativa.
Qualidade e segurança
Febre e infecção urinária ou sepse após o procedimento, lesão ureteral, sangramento com reabordagem, procedimento adicional por fragmentos residuais, tromboembolismo venoso, transferência não programada para UTI e readmissão relacionadas ao procedimento.
Registro de decisões da governança clínica
Aprovação de protocolo divergente
O que fazer quando a prática atual do hospital difere do protocolo de referência Evodux.
Quando se aplica
Sempre que a prática atual do hospital divergir da referência em técnica, recurso, quantidade, OPME, tempo de sala, RPA ou permanência, e o hospital pretender manter essa prática no procedimento que será custeado.
Primeiro, classificar a divergência
Equivalência
Recurso diferente com a mesma função e categoria técnica, sem aumento de custo relevante (por exemplo, marca equivalente de OPME). Registra-se a equivalência; não há novo protocolo.
Protocolo institucional
Diferença de técnica ou recurso com justificativa clínica institucional. Exige protocolo institucional aprovado, versionado e com o custo recalculado.
Fora do caso índice
A divergência muda a população ou a jornada (cálculo maior que 20 mm, cálculos múltiplos ou bilaterais, procedimento em dois tempos, ureteroscópio descartável por decisão clínica, procedimento associado, UTI programada). Não é mudança de protocolo: o episódio exige o custo de outro procedimento.
Fluxo de aprovação
Identificação. A divergência é identificada pela equipe assistencial, pela análise de contas ou pela controladoria e registrada como solicitação.
Dossiê técnico. Descrição da prática atual e da referência Evodux, justificativa clínica, referências bibliográficas, itens e quantidades afetados e impacto esperado em segurança.
Avaliação econômica. Diferença de custo por episódio calculada no produto, com efeito sobre custo hospitalar total, preço do procedimento e margem.
Parecer da governança clínica. O comitê avalia o dossiê e emite parecer técnico.
Aprovação formal. Direção técnica aprova o protocolo; direção executiva aprova quando houver impacto econômico relevante.
Versionamento. O protocolo institucional é registrado como versão customizada vinculada à v1.0, com data, alterações realizadas e responsável.
Parametrização e comunicação. Atualizar kit, prescrição de referência, cadastro e faturamento; comunicar à operadora quando a mudança afetar preço ou contrato vigente.
Monitoramento. Acompanhar os episódios seguintes no previsto × realizado e nos indicadores assistenciais.
Regras da base técnica
Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação. Atualização de preços não altera automaticamente o protocolo. Inclusão de recurso adicional exige definição prévia de técnica, medicamentos, materiais, quantidades e custos antes da implantação. Mudanças entre modalidades já previstas não abrem exceção automática.
Solicitações de mudança de protocolo
Registre cada divergência. O impacto econômico é calculado sobre o custo hospitalar total desta análise e, se houver proposta da operadora, sobre o resultado no pacote.
Protocolo institucional
A versão do protocolo adotada pelo hospital, vinculada à Base técnica Evodux de ureterorrenolitotripsia flexível a laser v1.0. A referência não é alterada: o protocolo institucional é uma camada do hospital sobre ela.
Identificação da versão
Alterações em relação à referência Evodux
Onde editar
Regra de uso
Toda alteração de protocolo deve passar pela aprovação de protocolo divergente e pela governança clínica antes de ser ativada. Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação; atualização de preços não altera o protocolo. A análise de contas continua comparando a utilização real com a referência Evodux.
Indicadores
Indicadores assistenciais e econômicos para acompanhar se o resultado econômico do procedimento se sustenta sem comprometer a qualidade.
Eventos assistenciais do período
Janelas de acompanhamento, vínculo com o procedimento e critérios de exclusão devem ser definidos antes da apuração. Com volume pequeno, leia contagens absolutas junto das taxas.
Previsto × realizado
Depois da contratação, registre o realizado por período e compare com o que foi previsto na negociação.
Dashboards
Visão executiva da economia do procedimento. Painéis sem dados indicam o que precisa ser informado.
Metodologia de precificação Evodux
Do protocolo ao custo e ao preço do procedimento e ao resultado econômico do hospital, com rastreabilidade técnica e econômica.
Definição do caso índice e das premissas clínicas de modelagem.
Descrição dos protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento.
Vinculação das referências bibliográficas às premissas de cada protocolo.
Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos.
Consolidação do custo do procedimento.
Incorporação dos custos operacionais e da acomodação.
Composição de preço do procedimento com impostos e margem hospitalar.
Comparação do preço final com os Benchmarks Evodux.
Governança clínica e roteiro de implantação no hospital.
Base Evodux e regra de customização
Base Evodux: clientes, projetos, protocolos, pacotes e contratos na data-base indicada. Na customização, o hospital pode substituir preços, custos, acomodação, impostos e margem, preservando escopo, quantidades e fórmulas do produto.
A atualização econômica pode ocorrer sem alterar o protocolo quando muda apenas preço unitário. Alterações recorrentes de recurso, população, OPME ou risco exigem revisão da configuração e de suas referências. Essa separação preserva a rastreabilidade e impede que uma condição comercial local se torne, por engano, uma nova premissa clínica do produto.
Camada econômica do hospital
Caso índice e premissas clínicas de modelagem (Base técnica Evodux de ureterorrenolitotripsia flexível a laser v1.0).
Protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, com referências bibliográficas vinculadas.
Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos: custo assistencial direto.
Imputação da estrutura hospitalar: sala cirúrgica, RPA, internação, CME, equipamentos, farmácia e logística, overhead e outros centros.
Custo hospitalar total do episódio.
Conta atual em fee for service: faturamento, glosas, receita líquida, tributos, resultado e margem.
Proposta de pacote: receita, resultado, margem, preço de equilíbrio e preço para margem-alvo.
Contexto externo pelos Benchmarks Evodux P1, P2 e P3.
Cenários, variabilidade, risco e volume.
Governança, negociação e acompanhamento previsto × realizado.
Fórmulas
Grandeza
Fórmula
Receita líquida
Faturamento − glosas e ajustes
Resultado
Receita líquida − tributos e percentuais incidentes − custo hospitalar total − repasses
Tempo utilizado × custo por minuto produtivo; custo por minuto = custo mensal ÷ (horas produtivas × 60)
RPA no procedimento
Tempo de RPA × custo-hora RPA
Internação
Permanência × custo paciente-dia
Equipamento
[(Valor de aquisição ÷ vida útil) + manutenção anual] ÷ horas de uso anuais × tempo no procedimento
Referência Evodux simplificada
5% × (custo direto + sala cirúrgica + acomodação)
Conferência: com os valores da base (custo hospitalar R$ 5.881,09, tributos 8,65% e margem 10% sobre a receita) a fórmula de preço para margem-alvo reproduz o preço de referência Evodux de R$ 7.229,37 em apartamento standard.
Proteção de dados
O produto não requer dados de pacientes. Identificadores reconhecidos em arquivos importados são descartados na leitura; o episódio é identificado por código técnico. Importe contas já desidentificadas. A filtragem automática não garante anonimização integral. Sem adaptador, o estado fica no navegador; com adaptador habilitado, dados e, quando upload estiver disponível, o arquivo original podem ser enviados ao Data Room. Valide acesso, retenção e isolamento antes do uso com dados reais.
Disclaimer e limitações
Premissas, limitações e condições de uso.
Natureza do produto
Referência técnico-econômica do custo do procedimento cirúrgico hospitalar; não constitui indicação de procedimento, prescrição ou protocolo médico obrigatório.
Responsabilidade assistencial
Técnica anestésica, profilaxia antibiótica, prevenção de tromboembolismo, uso de bainha e de cateter duplo J, escolha da OPME e demais condutas devem seguir protocolo institucional e julgamento profissional.
Premissas de consumo
As quantidades são premissas econômicas do caso índice e não constituem prescrição individual.
Base Evodux
Custos e Benchmarks apresentados decorrem da metodologia e da base Evodux na data-base indicada e podem variar por região, porte, contratos, produtividade, tecnologia e tributação.
Customização econômica
O hospital pode substituir preços de medicamentos, materiais, OPME, serviços, acomodação, custos operacionais, impostos e margem pelas suas referências próprias. A substituição deve preservar a rastreabilidade da unidade, quantidade, escopo e fórmula de cálculo.
Custos operacionais
Podem ser substituídos pelos custos efetivamente apurados pelo prestador, preservando os direcionadores e sem duplicidade com itens já incorporados ao custo.
Benchmarks Evodux
P1, P2 e P3 são referências de preço por perfil hospitalar Evodux e não garantem preço, saving, remuneração ou resultado financeiro.
Honorários médicos
Urologista, auxiliar e anestesiologista permanecem excluídos do preço hospitalar.
Decisão do hospital
O produto fornece informação para decisão. Não recomenda aceitar ou recusar propostas. A análise de contas não conclui sobre adequação assistencial: diferença de utilização é um dado econômico, não um julgamento clínico.
Índice de referências
Mapa rápido das fontes utilizadas no produto e referências completas.
Código
Escopo
Referências
A1-A5
Protocolo anestésico
ASA, monitorização anestésica básica (emenda 2025) · Joshi 2023, jejum pré-operatório (ASA) · Gan 2020, consenso de náusea e vômito pós-operatórios · Lightner 2020, profilaxia antimicrobiana em urologia (AUA) · Gelikman 2024, máscara laríngea e intubação na ureteroscopia
C1-C6
Protocolo do procedimento
Skolarikos 2025, diretriz EAU de urolitíase · Assimos 2016, diretriz AUA/Endourological Society, parte II · Traxer 2013, lesões ureterais pela bainha de acesso · Geraghty 2023, atualização do painel EAU de urolitíase · Sener 2025, sonda vesical após ureteroscopia com duplo J · Abul-Fotouh Ahmed 2026, RIRS em cálculo renal de 10 a 20 mm
P1-P4
Protocolo pós-procedimento
Afshar 2025, AINE na cólica renal (Cochrane) · Demasi 2022, cetorolaco versus opioide após cirurgia de cálculo · Bamberger 2022, necessidade de opioide após ureteroscopia · Tikkinen 2018, risco de trombose e sangramento em urologia não oncológica
Rastreabilidade
As referências completas aparecem no encerramento de cada bloco clínico. Cada fonte está associada às premissas específicas que sustenta. Este índice serve para navegação executiva e não substitui as citações detalhadas.
Controle de versão
Versão 1.0 · data-base out/2026 · próxima atualização: abril de 2027. Versões customizadas devem registrar cliente, data e alterações realizadas, vinculadas à versão 1.0. Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação. Atualização de preços não altera automaticamente o protocolo.
Protocolo anestésico
A1
American Society of Anesthesiologists, Committee on Practice Parameters. Standards for Basic Anesthetic Monitoring. Aprovado em 21/10/1986; última emenda em 15/10/2025. Consultado em 22/10/2026.
Aplicação: Tipo: norma de sociedade (texto integral). Sustenta oximetria de pulso, capnografia contínua com dispositivo supraglótico ou tubo, cardioscopia e pressão arterial ao menos a cada 5 minutos (Standard II). A temperatura é exigida quando houver mudança clinicamente significativa pretendida, prevista ou suspeita; não é exigência universal. Não define itens de consumo nem custos. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/standards-for-basic-anesthetic-monitoring
A2
Joshi GP, Abdelmalak BB, Weigel WA, et al. 2023 American Society of Anesthesiologists Practice Guidelines for Preoperative Fasting: Carbohydrate-containing Clear Liquids with or without Protein, Chewing Gum, and Pediatric Fasting Duration. A Modular Update of the 2017 ASA Practice Guidelines for Preoperative Fasting. Anesthesiology. 2023;138(2):132-151. PMID 36629465. doi:10.1097/ALN.0000000000004381.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática, atualização modular com revisão sistemática (texto integral). Sustenta líquidos claros, inclusive com carboidrato, até 2 horas antes do procedimento eletivo em adulto saudável, com cautela em diabéticos. Não sustenta tempo de sala nem permanência. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36629465/
A3
Gan TJ, Belani KG, Bergese S, et al. Fourth Consensus Guidelines for the Management of Postoperative Nausea and Vomiting. Anesth Analg. 2020;131(2):411-448. PMID 32467512. doi:10.1213/ANE.0000000000004833. Errata: Anesth Analg. 2020;131(5):e241. PMID 33094991.
Aplicação: Tipo: consenso de especialistas de 2020 (resumo e existência da errata conferidos; conteúdo da errata não lido). Atualização: Gan TJ, Jin Z, Ayad S, et al. Fifth Consensus Guidelines for the Management of Postoperative Nausea and Vomiting: Executive Summary. Anesth Analg. 2026;143(3):497-513. PMID 41237407. doi:10.1213/ANE.0000000000007816. Relatório suplementar, Guideline 4, pp. 33-34, consultado em 30/10/2026: após falha da profilaxia, o resgate deve usar agente e/ou classe farmacológica diferente; repetição de antagonista 5-HT3 somente pode ser considerada após mais de 6 horas, se não houver alternativa. A composição e o custo do resgate institucional ainda precisam ser definidos; não são cobertos automaticamente pela ondansetrona já precificada. Nenhuma dose ou conduta individual foi alterada por esta atualização. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32467512/
A4
Lightner DJ, Wymer K, Sanchez J, Kavoussi L. Best Practice Statement on Urologic Procedures and Antimicrobial Prophylaxis. J Urol. 2020;203(2):351-356. PMID 31441676. doi:10.1097/JU.0000000000000509.
Aplicação: Tipo: declaração de boa prática por consenso de painel da AUA (resumo e documento público da AUA com a Tabela V). Sustenta, para ureteroscopia, cefalosporina de 1ª ou 2ª geração (ou alternativas da tabela) em dose única, por via parenteral até 60 minutos antes do início, sem doses após o término; antibiograma e política local podem prevalecer. Não sustenta duração de até 24 horas para ureteroscopia nem a dose em gramas usada no protocolo. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31441676/
A5
Gelikman DG, Ibanez KR, Reed AM, Hsi RS, Nimmagadda N, Miller NL. Factors Affecting Holmium Laser Efficiency: Comparison of Laryngeal Mask Airway and Endotracheal Intubation During Ureteroscopy for Renal Stones. J Endourol. 2024;38(1):8-15. PMID 37933898. doi:10.1089/end.2023.0294.
Aplicação: Tipo: análise secundária de dados de um ensaio (82 casos; resumo). Registra maior eficiência do laser com tubo traqueal do que com máscara laríngea; os autores tratam isso como um fator entre vários. Não sustenta superioridade clínica ou de segurança de nenhum dispositivo. A máscara laríngea do caso índice é premissa anestésica institucional, a validar pelo responsável técnico. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/37933898/
Protocolo do procedimento
C1
Skolarikos A, Geraghty R, Somani B, et al. European Association of Urology Guidelines on the Diagnosis and Treatment of Urolithiasis. Eur Urol. 2025;88(1):64-75. PMID 40268592. doi:10.1016/j.eururo.2025.03.011.
Aplicação: Tipo: diretriz de sociedade. Artigo de 2025 preservado como referência histórica. Atualização consultada em 30/10/2026: EAU Guidelines on Urolithiasis 2026, texto oficial online, seções 3.4.6, 3.4.8.a e 3.4.10.d (https://uroweb.org/guidelines/urolithiasis/chapter/guidelines). Confirma fio de segurança, fluoroscopia disponível, esforço para tempo operatório de ureteroscopia abaixo de 90 minutos, uso de laser de hólmio, avaliação urinária prévia e antibioticoprofilaxia perioperatória, com dose única suficiente na ureteroscopia. Não recomenda cateter de rotina após ureteroscopia não complicada; bainha pode facilitar o acesso, com risco de lesão. RIRS é opção para cálculo renal conforme tamanho, localização e condições individuais. As 2 horas de ocupação de sala, duplo J ao final, quantidades e preços permanecem premissas do caso índice, não recomendações universais. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40268592/
C2
Assimos D, Krambeck A, Miller NL, et al. Surgical Management of Stones: American Urological Association/Endourological Society Guideline, PART II. J Urol. 2016;196(4):1161-1169. PMID 27238615. doi:10.1016/j.juro.2016.05.091.
Aplicação: Tipo: diretriz de sociedade baseada em revisão sistemática (texto integral lido em cópia de terceiro). Sustenta: ureteroscopia ou LECO para carga calculosa renal sintomática de até 20 mm fora do polo inferior (Statement 21); não oferecer LECO como primeira linha no polo inferior acima de 10 mm (Statement 31); omitir o cateter após ureteroscopia quando todos os critérios do Statement 14 forem atendidos; irrigação com soro fisiológico (Statement 35); não fazer pré-stent de rotina (Statement 15). Não sustenta fio de segurança nem bainha. A AUA publicou nova diretriz em 2026 (J Urol. 2026;215(2):113-141; PMIDs 41263323, 41263322 e 41263325), cujas recomendações não foram conferidas: verificar se mantêm estes critérios. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/27238615/
C3
Traxer O, Thomas A. Prospective evaluation and classification of ureteral wall injuries resulting from insertion of a ureteral access sheath during retrograde intrarenal surgery. J Urol. 2013;189(2):580-584. PMID 22982421. doi:10.1016/j.juro.2012.08.197.
Aplicação: Tipo: estudo prospectivo em 2 centros, sem grupo controle sem bainha (resumo). Sustenta que a bainha se associa a lesão da parede ureteral (46,5%; grave em 13,3% de 359 pacientes), com maior risco sem duplo J prévio, e recomenda inspeção do ureter ao final. Não sustenta comparação com RIRS sem bainha, pré-stent de rotina, quantidade ou custo da bainha. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22982421/
C4
Geraghty RM, Davis NF, Tzelves L, et al. Best Practice in Interventional Management of Urolithiasis: An Update from the European Association of Urology Guidelines Panel for Urolithiasis 2022. Eur Urol Focus. 2023;9(1):199-208. PMID 35927160. doi:10.1016/j.euf.2022.06.014.
Aplicação: Tipo: revisão de boa prática do painel de diretrizes da EAU (resumo). Sustenta que o cateter não é necessário após ureteroscopia não complicada e que a ureteroscopia flexível é alternativa à nefrolitotripsia percutânea ou à LECO quando estas são contraindicadas. Não trata de bainha nem de antibiótico no resumo. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35927160/
C5
Sener TE, et al. Foley catheter after ureteroscopy and JJ stent placement: a randomised prospective European Association of Urology Section of Urolithiasis-Young Academic Urologists (EULIS-YAU) endourology study. BJU Int. 2025;135(1):95-102. PMID 39129326. doi:10.1111/bju.16504.
Aplicação: Tipo: ensaio randomizado, 112 pacientes com cateter duplo J, com ou sem sonda de Foley (resumo). Sustenta que a sonda reduziu a dor medida em questionário de sintomas do cateter, sem diferença em sintomas e escala visual de dor, com complicações Clavien I a II nos dois grupos; os autores deixam a sonda a critério do cirurgião. Não sustenta a duração de uma noite usada no custeio, que é premissa institucional. Coortes retrospectivas com resultado divergente: Hori S, et al. Int J Urol. 2022;29(4):337-342 (PMID 35028967), com menos infecção febril sem sonda; Huang M, et al. BMC Urol. 2024;24(1):234 (PMID 39448984). pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39129326/
C6
Abul-Fotouh Ahmed, et al. Prospective randomized trial comparing mini-percutaneous nephrolithotomy, retrograde intrarenal surgery, and shock wave lithotripsy for treatment of medium-sized high-density renal stones. Int Urol Nephrol. 2026;58(6):2025-2035. PMID 41385038. doi:10.1007/s11255-025-04928-x.
Aplicação: Tipo: ensaio randomizado em cálculo renal único de 10 a 20 mm, fora do polo inferior e com densidade igual ou maior que 1000 HU (resumo e metadados do editor); aproximação apenas parcial ao caso índice, que não restringe densidade. Sustenta que a RIRS teve taxa livre de cálculo de 91,3% aos três meses, definida como ausência de fragmentos maiores que 4 mm na tomografia, e menor internação que a mini-nefrolitotripsia percutânea; a LECO foi ambulatorial. O resumo não informa duração numérica de internação nem tempo operatório. Ensaio de centro único com cálculo de polo inferior (Rehman OU, et al. Cureus. 2023;15(2):e35343; PMID 36974241) registrou permanência de 1,1 dia na RIRS. Não sustenta o tempo de sala de 2 horas, que é premissa institucional. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41385038/
Aplicação: Tipo: revisão sistemática Cochrane com metanálise (29 ensaios; resumo). Sustenta que o AINE pode reduzir a dor da cólica renal em 30 minutos frente ao placebo (certeza baixa). Evidência indireta para o pós-operatório da ureteroscopia; não sustenta as doses do protocolo. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40084512/
P2
Demasi M, Segall M, Mengotto A, et al. Optimizing pain management following kidney stone surgery: can we avoid narcotics? World J Urol. 2022;40(12):3061-3066. PMID 36371742. doi:10.1007/s00345-022-04214-w.
Aplicação: Tipo: ensaio randomizado de não inferioridade, 90 pacientes em ureteroscopia ou nefrolitotripsia percutânea (resumo). Sustenta que o cetorolaco não foi inferior a oxicodona com paracetamol no controle da dor. Não sustenta cetoprofeno especificamente, doses nem tempo de uso. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/36371742/
P3
Bamberger JN, Gallante B, Khusid JA, et al. A prospective randomized study evaluating the necessity of narcotics following ureteroscopy for urinary stone disease. World J Urol. 2022;40(10):2567-2573. PMID 35915267. doi:10.1007/s00345-022-04099-9.
Aplicação: Tipo: ensaio randomizado de centro único, 104 pacientes analisados com cateter pós-operatório (resumo na editora, consultado em 30/10/2026; texto integral sob assinatura). Comparou oxicodona-paracetamol, ibuprofeno e ambos acompanhados de aconselhamento pré-operatório para evitar opioide quando possível. Não houve diferença nos índices de dor; o braço com aconselhamento utilizou menos comprimidos de cada classe. A intervenção combinada não pode ser atribuída somente aos medicamentos. Apoia estratégia poupadora de opioide após ureteroscopia não complicada, mas não valida especificamente tramadol, cetoprofeno, doses ou duração do protocolo. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35915267/
P4
Tikkinen KAO, Craigie S, Agarwal A, et al. Procedure-specific Risks of Thrombosis and Bleeding in Urological Non-cancer Surgery: Systematic Review and Meta-analysis. Eur Urol. 2018;73(2):236-241. PMID 28284738. doi:10.1016/j.eururo.2017.02.025.
Aplicação: Tipo: revisão sistemática de estudos observacionais (resumo), com evidência baixa ou muito baixa; não estabelece diretamente a conduta para este caso índice. Complemento consultado em 30/10/2026: Tikkinen KAO, Cartwright R, Jensen AG, Violette PD. European guidelines on peri-operative venous thromboembolism prophylaxis: first update. Chapter 12: Urology. Eur J Anaesthesiol. 2024;41(8):618-621. PMID 38957030. doi:10.1097/EJA.0000000000002012. Texto em https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11224558/, recomendações 1 e 3: recomenda contra profilaxia farmacológica e mecânica na cirurgia ambulatorial, incluindo ureteroscopia. O caso índice prevê pernoite; essa recomendação não deve ser extrapolada automaticamente. Mantém-se avaliação individual e validação institucional da ausência de anticoagulante programado. pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28284738/
Cenários salvos
Guarde versões da análise para comparar, duplicar, editar e restaurar: referência Evodux, cenário hospital, conta atual, negociação, contraproposta, contratado, previsto e realizado.
Rastreabilidade
Cada indicador com o dado de origem, a fonte, a premissa, a fórmula e o resultado. Nenhum dado ausente é tratado como zero sem aviso.
Revisão técnica: unidades, dados, importação e bibliotecas. Não representa validação clínica nem integração concluída.